Dois temas me mobilizam: a literatura e os elementos da vida cotidiana. A literatura funciona como uma janela para o mundo das vivências. O cotidiano revela sua beleza oculta nas pequenas coisas do dia-a-dia e nas pessoas que encontrei ao longo do tempo. São os temas que trato em Vivências Compartilhadas: zylberblog.
Alarmado com o avanço do exército de Hitler pela Europa, o professor Saul Sztajn, da Universidade livre da Polônia, envia sua filha Anna Lea para morar com o amigo Mendel Litvak e sua esposa Judith, na Holanda. A jovem se abriga na casa por dois anos até que, com a ocupação nazista dos Países Baixos, busca outra alternativa de fuga, desta vez com a ajuda de Jos, filho do casal Litvak, que arquiteta para ela uma viagem sem volta para o Brasil.
Anna tomaria o trem até Paris, depois um vapor até a Itália, em seguida embarcaria num navio argentino com parada no porto de Santos, onde seria recepcionada por seu futuro marido. Todo o esquema seria monitorado por atravessadores, e são esses homens clandestinos que a estupram durante a travessia do Atlântico.
No Brasil, Anna não encontra um casamento seguro, mas a sobrevivência através da prostituição. Inteligente, sobretudo pelo…
O Brasil sofre com o sistema educacional público cuja precariedade alargou o fosso entre aqueles que pagam pelo ensino privado – este também fragilizado – e a massa dos desassistidos sem acesso à alavanca social da educação. Nada mais injusto para a sociedade do que o cerceamento de oportunidades. É visível o descompasso com países que popularizaram a educação de qualidade faz mais de um século. O desalento aumenta quando os arquitetos da política educacional desdenham do conhecimento científico, ignoram modelos reconhecidos de aprendizagem, não respeitam diferenças propondo que todos marchem em uníssono, demonstram aversão ao livre debate e rejeitam a aplicação dos princípios democráticos ao ensino.
Nem sempre foi assim. O Brasil contou com a ação de Educadores que transitaram na fronteira do conhecimento do seu tempo e implantaram modelos educacionais compatíveis com as necessidades atuais. Assim foi o trabalho de Helena Antipoff.
Nascida no final do século XIX na Rússia Czarista, filha de pai militar e mãe Professora de Grego, educou-se na Rússia e seguiu para a França onde estudou na Sorbonne, depois graduou-se em Genebra com Edouard Claparède, médico dedicado ao estudo dos processos cognitivos aplicados à educação. Neste caminho conviveu com educadores como Montessori, Alfred Binet e Jean Piaget. Retornou para a Rússia onde o regime comunista ditava o que deveria ser a educação, a arte, a literatura e a ciência engajados com a revolução proletária. Vozes críticas como do seu esposo Victor Iretsky, jornalista e escritor, não eram admitidas, o que levou o casal a deixar o país.
A vinda de Helena para o Brasil resultou do convite do Governo de Minas Gerais em 1929, para formar educadores e educadoras, ensinar psicologia da educação, lançar as bases da pedagogia científica e do ensino focalizado nos princípios que estudara com seus mestres na Europa. E assim foi feito na Fazenda do Rosário em Ibirité, próximo a Belo Horizonte, transformada em centro de pensamento educacional onde funciona a Fundação Helena Antipoff. Em Conselheiro Mata, município de Diamantina, um prédio construído para ser um retiro de religiosos foi transformado em unidade educacional. Abrigou a escola para formar educadoras e a escola agrícola dirigida pelo agrônomo Professor Ferdinando Albrechter. Nos dois casos, Ibirité e Conselheiro Mata, foram implantadas atividades aplicadas, bibliotecas e áreas coletivas de convívio próprias para uma educação humanista. Os depoimentos dos egressos do sistema implantado apontam para as transformações provocadas nas suas vidas.
Helena Antipoff atuou no Brasil até falecer em 1974. Os princípios que nortearam o seu trabalho são atuais e sugerem uma gama de propostas ignoradas pelos formuladores de políticas educacionais. Alguns princípios são:
O reconhecimento da educação com base na prática e na observação do ambiente físico e cultural, pilares do construtivismo que originou as Escolas de Aplicação, cuja experiência no Brasil foi abortada nos anos 70.
O modelo educacional calcado no reconhecimento e respeito às diferenças. Foi o que Claparède chamou de “Escola sob Medida“ que implica na formação de grupos homogêneos com foco nas diferenças entre os jovens. Conceito que Helena criticou mais tarde.
Vivência no ambiente rural, uma dose de romantismo que preconizava a importância da natureza para o aprendizado. As escolas deveriam mesclar elementos do mundo urbano e rural tal como se observa nos projetos implantados em Minas Gerais.
O rigor e disciplina do cotidiano das crianças que dedicavam períodos do dia à leitura, à música, ao convívio e debate, ao trabalho em grupos.
O trabalho de Helena Antipoff motivou a formação de clubes literários que precederam os Clubes de Leitura e clubes agrícolas com práticas que chamaríamos de ambientalmente sustentáveis. Os resultados do trabalho da Educadora são visíveis em projetos por ela influenciados tais como a Sociedade Pestalozzi, as APAES e as escolas profissionais rurais. O modelo implantado por Helena Antipoff poderia ser adequado aos dias atuais e contrastaria com as propostas reducionistas de militarização da educação, questionável como modelo de política pública.
Helena Antipoff nos remete ao sonho de Paulo Freire, de Darcy Ribeiro, de Anísio Teixeira e de professores que ampliaram horizontes de jovens estudantes do ensino público, como fez minha mestra Rachel Gevertz, cuja vida merece outro relato, na escola pública na cidade de São Paulo onde estudei nos anos 60 e 70.
A escola de Conselheiro Mata está fechada. Para visitar o prédio precisei de uma dose de arrojo da juventude do amigo Bruno, arquiteto que vive em Conselheiro Mata a defender o meio ambiente. Saltamos pela janela e nos vimos nos corredores onde a luminosidade generosa do sol das Minas Gerais entrava pelas frestas das janelas e revelava os salões vazios.
Pequenas surpresas me esperavam, um órgão antigo em um canto de corredor, cozinhas, salas de refeição coletiva, quartos e salas de aula. Na minha mente eu reconstruí os sons das crianças, dos talheres e do órgão, recriando imagens de outrora. As panelas limpas guardadas na cozinha estão à espera de que o Brasil acorde para o desafio mor, de fornecer educação universal, de qualidade, humanista, formadora do caráter crítico, democrático e focalizada na realidade.
Helena Antipoff representa a utopia da educação transformadora deveria ser mais bem conhecida. Merece nosso respeito, admiração e homenagem como fez Drumond no poema A Casa de Helena. A seguir reproduzo um trecho.
A obra do neurocientista Ivan Izquierdo representa um marco na relação entre a ciência e a sociedade. O autor, tido como um dos cientistas argentino-brasileiros que mais publicam em veículos especializados, traduz para o público geral, um tema que a todos interessa; o funcionamento do cérebro.
A obra do cientista compreende desde textos que revelam o funcionamento bioquímico dos mecanismos cognitivos, a ensaios e textos de cunho literário que se assemelham à prosa poética. Entre tantos temas, Ivan Izquierdo explora o tema da memória.
O autor recorre, e o faz com frequência, à obra de J.L.Borges que tratou do tema da memória como no conto “Funes o Memorioso”, onde o personagem central jamais esquecia do que tivesse vivenciado. “Podía reconstruir todos los sueños entre sueños”. Funes afirmava; “Más recuerdos tengo yo solo que los que habrán tenido todos los hombres desde que el mundo es mundo”.
Borges, utilizando o inverossímil, trata da necessidade do esquecimento, mecanismo sem o qual nós enlouqueceríamos.
A capacidade de esquecer revela a dimensão seletiva da mente humana que se desfaz do lixo da memória, aquela que nos fere, aquela que associamos a fatos que não mais nos identificam, aquela memória associada à dor, física e mental. Tratar do esquecimento seletivo é o mesmo que discorrer sobre a recordação seletiva, aquela lembrança que nos permite viver melhor. Assim é a lembranças materna, que Izquierdo considera como a primeira que registramos, ao discorrer sobre a lembrança do seio materno. Lembranças como as do primeiro amor, do quintal da infância, do tempo da juventude são exemplos conhecidos. Tais lembranças vivem nas nossas mentes revelando elementos aos quais recorremos quando precisamos. São como chispas luminosas que clareiam tempos obscuros.. Sobrevivemos assentados sobre lembranças que, segundo algum critério, guardamos na nossa memória.
Crer que as imagens e cheiros que guardamos em locais preciosos e protegidos dos nossos cérebros são idênticos à realidade vivida, quase certamente será inverídico. Nós não apenas selecionamos as memórias como as criamos, as inventamos. Aí reside um elemento revelador da capacidade criativa, particularmente daqueles que passam a vida a narrar histórias, a quem chamamos de escritores.
Para vida cotidiana, a memória construída significa um mecanismo de criação da personalidade com base naquilo que desejamos ser. Somos uma criação de nós mesmos, para o nosso bem ou para a nossa desgraça. Um idoso, ao narrar a sua história de vida, revela fatos que são, em parte reais e em parte criados, ambos com igual relevância e, paradoxalmente para nós, verdadeiros. É a mente humana revelando o seu lado criativo e profundo que caracteriza a nossa espécie. Somos autores desde sempre. Somos contadores de histórias que crianças e velhos bem sabem fazer.
Há aqueles que exercitam esta competência ao longo da vida. De algum modo se dão o direito de prosseguir criando histórias como faziam ainda crianças, e não precisam de esperar a velhice para retoma-las na forma de histórias construídas. São os escritores e artistas que cultivam diferentes formas de narrativas, construídas e compartilhadas, tal como as verdades criadas pela mente.
A Ivan Izquierdo eu devo o prazer de melhor compreender este mistério, o da construção da memória e do mecanismo de escolha da persona que queremos ser, da máscara que queremos utilizar. A memória construída é real e necessária, como necessário é o sonho.
Nós somos a nossa memória. Somos a memória que não descartamos, sejam as que vivemos, ou aquelas que a nossa mente criou para que pudéssemos viver. Quando a nossa memória se apagar, e certamente se apagará, nós deixaremos de existir.
Referências escolhidas de Ivan Izquierdo: Memória, 2018; A Arte de Esquecer: Cérebro, memória e esquecimento, 2010; Releituras do Óbvio, 2015. Há palestras e entrevistas disponíveis no youtube.
Aquele livro me convidou a retirá-lo da estante na livraria do aeroporto. Destoava dos demais que eram de autoajuda ou obras dos gurus da administração corporativa. Estava ali por engano, talvez uma troca de caixas na hora de carregar o furgão. O autor era o Prêmio Nobel Amartya Sen e o título, “Identidade e Violência.”
O livro inicia com a narrativa do desembarque do autor no aeroporto de Heathrow onde o agente de imigração resolveu crivá-lo de perguntas. A tez escura e traços indianos do Professor Sen denunciavam ser um estrangeiro. Mais um hindu entrando no Reino Unido, deve ter pensado o agente da imigração desconhecendo as outras identidades do Prêmio Nobel, Professor da Universidade de Cambridge e cidadão britânico. Uma pergunta foi o gatilho para o tema do livro, “Quem é o senhor?” , a partir dela o autor discorreu sobre o tema da identidade e da violência.
A espécie humana sempre se deslocou. O mundo pré-colonial experimentou fluxos migratórios que se intensificaram no período colonialista. Nó século XVI a escravidão dos povos negros movimentou milhões de africanos de diversas etnias em direção ao continente americano, muitos pereceram no caminho. No século XX os fluxos migratórios se intensificaram expondo a fragilidade dos desterrados. A migração em massa foi impulsionada pelo colonialismo, perseguições políticas, religiosas, ou simplesmente pela miséria. As diásporas, seja a africana, a hebreia, a oriental, e tantas outras, geraram mudanças permanentes na configuração da sociedade.
Nas cidades modernas como São Paulo, Nova Iorque, Londres ou Amsterdam, a diversidade étnica é marcante bem como a tendência de aglutinação dos imigrantes nos bairros periféricos ou na região central decadente de algumas cidades. Existem bairros nigerianos, bolivianos, coreanos e haitianos na cidade de São Paulo. A aglutinação é uma resposta natural às ameaças.
Fato é que a sociedade moderna alterou o quadro de estabilidade tradicional. Os grupos de imigrantes convivem socialmente com os habitantes locais, seja nos vagões dos metropolitanos, nas escolas e hospitais públicos, ou no ambiente de trabalho. A mão de obra do imigrante é necessária nos países de maior renda.
O estado de homogeneidade de outrora reduzia o custo da realização de trocas, no sentido mais amplo deste termo. As regras estabelecidas, eram baseadas no estado de conformidade. As sociedades homogêneas eram estáveis, todos compartilhavam os mesmos códigos, idioma e valores. Eventuais divisões internas dos grupos eram definidas e aceitas, como nas castas entre os hindus. Na presença de conflitos, juízes tradicionais determinavam soluções, em outros casos a solução surgia do convívio estruturado ao redor de interesses comuns a exemplo do que ocorreu entre judeus e muçulmanos na península ibérica do século XIV.
A condição que vivemos no século XXI se baseia no convívio intercultural. As regras sociais que garantiam harmonia e facilitavam as trocas e a solução de crises, perderam eficácia e foram substituídas por por normas formais. Os sacerdotes e sábios deram lugar aos juízes que interpretam os códigos legais.
As diferenças geram discriminação e violência como observada na Índia, em diversos períodos desde a independência até os dias atuais. O conflito Israelense-Palestino tem razões ainda mais complexas para a desarmonia entre semitas. A violência é previsível sendo o campo onde Amartya Sen desenvolve seus argumentos que apontam, primeiro para a necessidade do desenvolvimento de instituições sólidas que permitam o acesso igualitário a oportunidades econômicas e, segundo, enfatiza o uso das múltiplas identidades que carregamos, como forma de estabelecer pontes facilitadoras para a interação.
As pontes podem ser encontradas na resposta à indagação feita pelo agente da imigração do aeroporto de Heathrow. Quem é você? Cada um de nós, somos muitos. A nossa essência é multifacetada, e nossas identidades podem ser associadas à religião, cor da pele, o time de futebol, a profissão, o estilo musical preferido. Eis a chave apontada por Sen, a diversidade das identidades que carregamos sugere a existência de alguma que facilitará o diálogo. O exemplo do movimento pela paz organizados pelas mulheres israelenses de origem árabe e judaica exemplifica o mote desta utopia, com base na identidade feminina. O sentido de pertencimento local e universal pode atuar sobre as singularidades que nos separam e as identidades que nos unem.
No mundo distópico onde o fosso entre padrões de renda e acesso a serviços de educação e saúde desafiam o equilíbrio social, não podemos esperar que as lideranças que não disfarçam a ignorância e os propósitos menores, possam ser os agentes de transformação. Tais lideranças destruíram as instituições construídas no pós guerra, cuja meta era evitar que as barbáries se repetissem.
Restam as utopias que nos movem. Utopias de regenerar instituições que visem distribuir oportunidades e as utopias do encontro de identidades comuns que permitam o convívio humano decente, criativo e fértil.
Na matine de um domingo em 1959 meu pai me levou para assistir ao filme de Walt Disney, Incêndio no Coração da Floresta. Tomamos o bonde no Bom Retiro que nos levou até o Largo do Paissandu e dali, em uma caminhada a dois, eu segurando a mão do meu pai, seguimos até o Cine Ipiranga. Eu, com 6 anos, fui feliz de mãos dadas com o meu pai para viver aquela que seria a minha primeira experiência como espectador em uma grande sala de cinema. Meu pai me prometeu que comeríamos cachorro quente na Salada Paulista, ao lado do cine Ipiranga, depois da sessão.
Do filme, misto de desenho e documentário, eu pouco me lembro. Apenas guardei as cenas de perigo e desamparo que ficaram marcadas na minha memória hoje septuagenária. Lembro do esquilinho fêmea sofrendo por ter perdido sua prole que ficara para trás na fuga desembalada do incêndio que engolia a floresta. Sofri com o desamparo daquela criatura perdida, impotente diante do monstruoso fenômeno das labaredas que estalavam. Como a nossa memória é flexível – aprendi com a obra do neurocientista Professor Ivan Izquierdo – posso jurar que ainda sinto o cheiro forte da fumaça a envolver a plateia do imenso cine Ipiranga. Chorei!
Chorei como choro hoje ao ver o nosso despreparo para cuidar do meio ambiente, seremos punidos por desconhecermos como se forma o imaginário global quando se trata da Floresta Amazônica. Os três poderes, com destaque para o legislativo, se apequenam aos olhos do mundo ao urrarem a plenos pulmões slogans conhecidos como: eles não ditarão as nossas políticas internas ou, temos soberania sobre a Amazônia brasileira. Não é assim, aos brados, que se resolvem problemas reais e que também envolvem o imaginário universal.
Aos olhos do mundo, a floresta está em chamas e o Brasil é um país sem competência para gerir os seus recursos e incapaz de apresentar diagnósticos corretos. O ex presidente culpou terceiros sem nenhum indicativo concreto de suspeita, sugeriu complôs internacionais, proferiu bestialidades a respeito de organizações não governamentais e desprezou irrefutáveis dados cientificamente coletados e analisados. Culpou um cientista por revelar a verdade que incomoda.
Em 2024 a situação é diferente, embora as chamas sejam as mesmas. O executivo assume a existência do desastre, mas não encontra um caminho para o enfrentamento. Não temos instituições competentes para lidar com o problema.
Eu, menino a esconder o choro, saí do cinema com os olhos vermelhos. Levado por meu pai entramos na Salada Paulista. Eu ainda vejo o grande painel de azulejos fixado ao fundo do imenso salão, o balcão de mármore onde os garçons serviam e escreviam a lápis os pedidos dos clientes. A conta era calculada ali mesmo, no balcão de mármore e depois apagada com a toalha. Eu, desamparado, pensando nos animaizinhos da floresta, fui consolado com um cachorro quente cheio de mostarda regado com guaraná.
Eu hoje sou homem feito, Agrônomo e Escritor, o meu trabalho me levou à Amazônia inúmeras vezes. Sei da relevância da floresta para o meu país, sei do código florestal que poderia nos colocar na vanguarda do ambientalismo consciente, sei da relevância dos recursos florestas para os vinte milhões de habitantes da região amazônica que não é um vazio intocado como se pensa, mas que deve ser cuidada. Sei da relevância da Amazônia para o mundo, seja real ou no imaginário dos jovens europeus que se manifestam defronte das embaixadas brasileiras e são formadores de opinião. E sofro com a incompetência do governo para lidar com temas mais complexos.
Já não tenho o meu pai a segurar a minha mão e nem sobreviveu
a Salada Paulista na Avenida Ipiranga. Quem me consolará hoje, senhor
presidente?
Incêndio no Coração da Floresta, filme de 1957 produzido nos estúdios
Walt Dysney e dirigido por Paul Kenworthy e Ralpf Wright narra as aventuras de
um esquilo fêmea em meio a um incêndio na floresta.
Decio Zylbersztajn – 24 de Julho de 2019, revisado em setembro de 2024.